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Quarta, 18 de Julho de 2018
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O QUE FALAR

16/04/2018

 

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Desde a semana passada que temos abordado assuntos sensíveis e invisíveis aos olhos de muitos, mas não podemos falar só de coisas boas, amenas, afinal DASLULUS é pra mulheres emponderadas. Vem, pra leiturinha delicia.

E na seção SABER DIREITO: Dona de casa que nunca pagou INSS pode se aposentar? Existe um jeito...

FALANDO NISSO…
“A maldição do SENHOR habita na casa do perverso, porém a morada dos justos ele abençoa. “Provérbios 3;33.

 

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Síndrome de Estocolmo
È o nome normalmente dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor.

 

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De um ponto de vista psicanalítico, pessoas que possam ter desenvolvido ao longo de experiências na infância com seus familiares ou cuidadores, algum traço de caráter sádico ou masoquista implícito em sua personalidade, podem em certas circunstâncias de abuso desenvolver sentimentos de afeto e apego, dirigidos a agressores, sequestradores, ou qualquer perfil que se encaixe no quadro geral correspondente a síndrome de Estocolmo. Há também a possibilidade, amplamente considerada, de que para algumas pessoas vítimas de assédio semelhante, possam desenvolver algum mecanismo inconsciente irracional de defesa, na tentativa de projetar sentimentos afetivos na figura do sequestrador ou abusador que possam "amenizar" ou tentar "negociar" algum tipo de acordo entre a relação vítima/agressor na tentativa de reduzir a tensão entre os entes envolvidos.
Há 43 anos, em Estocolmo, na Suécia, um assalto a banco deu origem ao nome da síndrome. Na ocasião estavam um assaltante, Jan-Erik Olsson, um presidiário e quatro funcionários da agência bancária, que permaneceram juntos durante seis dias. Com o passar do tempo, acabaram desenvolvendo uma forte relação afetiva.

Depois de seis dias, a polícia utilizou gás lacrimogêneo, o que fez com que os dois sequestradores se rendessem, sem que os reféns ficassem feridos.

A despedida entre sequestradores e reféns foi calorosa, com trocas de abraços apertados. Uma das funcionárias do banco, que ficou presa durante esses seis dias, disse que sabia que era estranho, mas que não gostaria que nada de ruim acontecesse aos sequestradores.

Patty Hearst

 

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Um dos casos mais famosos e característicos da síndrome é o de Patty Hearst, que desenvolveu a condição em 1974, depois de sofrer um sequestro durante um assalto a banco realizado pela organização militar politicamente engajada (o Exército de Libertação Simbionesa). Depois de libertada do cativeiro, a vítima juntou-se aos seus raptores, passando a viver com eles, sendo cúmplice em seus assaltos.

Natascha Kampusch

 

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Já um dos casos mais recentes divulgados na mídia, é o caso da jovem Natascha Kampusch, que desapareceu em 1998, a caminho da escola, aos 10 anos de idade na Áustria, e reapareceu em 2006, aos 18 anos. Natascha reapareceu em um jardim de Viena após escapar da casa de seu seqüestrador, quando este estava distraído. Em uma declaração dada à mídia, a jovem afirmou o seguinte: “Minha juventude foi bastante diferente. Mas também evitei diversas coisas – não comecei a fumar ou beber, ou a andar em más companhias”. Segundo a maioria dos especialistas, Kampusch aparentemente sofre com a síndrome.


Tratamento
O tratamento para o quadro é feito basicamente com acompanhamento médico. Médicos especialistas, psicólogos e psiquiatras devem acompanhar o tratamento.

Em alguns casos pode ser indicada a ingestão de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos para a contenção e diminuição dos sintomas causados pelo pânico vivido pela vítima. Deve-se manter, sempre, a consciência em relação ao ocorrido e evitar fantasias que possam comprometer os pensamentos do paciente.

Ler, se alimentar bem e praticar exercícios físicos regularmente são ótimas dicas para quem deseja se livrar de um caso de Síndrome de Estocolmo.


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A estação mudou e, com ela, vem as novas tendências de cores que fazem as cabeças das suas clientes loucas por mudança.

Fique por dentro das novas tendências de cores de cabelo que vão bombar nos salões de beleza de todo o Brasil!

 

RUIVO

Ao contrário da estação passada, em que o ruivo natural se destacou, neste verão de 2018, vemos tonalidades mais quentes e vivas, puxando para uma tonalidade mais próxima do vermelho. Uma cor que se destaca nesta estação, por harmonizar com todos os tons de pele, é o marsala.

 

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CASTANHO CHOCOLATE
em toda estação existe uma tendência para mulheres mais discretas, que preferem um visual mais natural e atual. Nesta estação, o queridinho da vez é o castanho chocolate, um clássico que combina com todos os tons de peles e tipos de cabelos. Se prepare, pois este tom promete ser o mais pedido da estação!

 

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MORENA ILUMINADA
Uma tendência que continua em alta para esta estação é a das morenas iluminadas. É uma ótima opção para clientes que querem dar um toque no visual sem ter que alterar o comprimento das madeixas e nem mudar radicalmente a cor dos fios. O ideal é deixar o visual o mais natural possível, fazendo luzes bem esfumadas.

 

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LOIRO

Claro que o loiro também aparece como o tom mais desejado pelas Brasileiras para este verão. Desta vez ele vêm com tonalidades mais fechadas e naturais.

 

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CABELOS ,MAQUIAGEM, tudo ...vc pronta para brilhar


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E no cantinho MUITO amor envolvido…


para celebrar o dia internacional da Síndrome de Down que foi nesta Quarta-feira dia 21 de Março!

A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.

  

RAFAEL MARTINS

 

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O Rafael tem 8 anos 
aluno da APAE de Goioerê.

 

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ADVOGADAS
FRANCISLAINE PADILHA OAB/ PR 37,692
CRISTIANE BARROS OAB PR 79,443
TELS: (44) 9-9964-3487 /9-9914-3072
Av. Libertadores da América, 580 – em frente o INSS

 

 

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Dona de casa que nunca pagou INSS pode se aposentar? Existe um jeito...

As donas de casa que querem se aposentar precisam começar a contribuir como seguradas facultativas. Essa contribuição mensal pode começar a qualquer momento. A exigência principal é que os pagamentos sejam feitos por pelo menos 15 anos.

Quem nunca contribuiu deverá primeiro se cadastrar no INSS, afirma o especialista. A filiação pode ser feita pelo telefone 135 ou pelo site (Clique em "cidadão, "inscrição" e, depois, em "filiado"). Nesse cadastro, não é preciso apresentar documentos, apenas informar os dados pessoais para gerar um número de inscrição.

Após essa etapa, é possível começar a recolher.
Confira os tipos de contribuição:
- Para receber aposentadoria de um salário mínimo

- Contribuição de 5% sobre o salário mínimo
Essa opção é para homens e mulheres de famílias de baixa renda que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico em sua casa.
• Contribuição: 5% do salário mínimo por mês (R$ 47,70, em 2018).
• Aposentadoria: É possível se aposentar por idade com 15 anos de contribuição e 65 anos de idade, no caso dos homens, ou 60 anos, no das mulheres. 
• Valor da aposentadoria(R$ 954, em 2018). 
•Código de recolhimento mensal: 1929.

•Exigências: A dona de casa não pode ter renda própria de nenhum tipo, incluindo aluguel e pensão. Também deve ter renda familiar de até dois salários mínimos (R$ 1.908, em 2018) e estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) com a situação atualizada nos últimos dois anos

- Contribuição de 11% sobre o salário mínimo.

Quem não se enquadra nas regras de dona de casa de baixa renda precisa contribuir com uma alíquota maior. 
•Contribuição: 11% do salário mínimo (R$ 104,94, em 2018). 
• Aposentadoria: É possível se aposentar por idade com 15 anos de contribuição e 65 anos de idade, no caso dos homens, ou 60 anos, no das mulheres. Ou seja, se a dona de casa nunca contribuiu, terá que pagar 15 anos de INSS para ter direito à aposentadoria. 
• Valor da aposentadoria: um salário minimo(R$ 954, em 2018). 
• Código de recolhimento mensal: 1473.


Para receber mais do que o salário mínimo 
- Contribuição sobre o teto previdenciário
Quem quer se aposentar com um valor maior do que o salário mínimo precisa contribuir com mais. Esse tipo de contribuição compensa para quem já teve carteira assinada.

• Contribuição: Começa com 20% do salário mínimo (R$ 954, em 2018) e vai até 20% do teto previdenciário (R$ 5.645,80, em 2018). Ou seja, a dona de casa deverá pagar entre R$ 190,80 e R$ 1.129,16 para o INSS.

• Aposentadoria: É possível se aposentar por idade, com 15 anos de contribuição. Outra opção é a aposentadoria tempo de contribuição. É preciso ter 35 anos de contribuição, no caso dos homens, e 30 anos de contribuição, no das mulhe.Não há idade mínima, mas há aplicação do fator previdenciário. Outra alternativa é a fórmula 85/95, que dá benefício integral quando a soma da idade com o tempo de contribuição chega a 85 pontos, no caso das mulheres, e 95 pontos nos dos homens.

• Valor da aposentadoria: dependerá de quanto a segurada contribuir. O máximo é o teto previdenciário (R$ 5.645,80). 
• Código de recolhimento mensal: 1406.


Como fazer o pagamento 
A dona de casa terá que gerar uma guia da Previdência Social pelo site ou comprando carnês nas papelarias e preenchendo manualmente. Será necessário informar um dos códigos descritos acima, de acordo com a categoria escolhida.

O recolhimento deve ser feito até o dia 15 de cada mês. Se a data cair em um feriado ou final de semana, o pagamento fica para o dia útil seguinte. Para a contribuição de março, por exemplo, o pagamento terá que ser feito até o di16 de abril (dia 15 de abril cairá em um domingo).

A legislação não permite a antecipação das contribuições. Ou seja, a dona de casa não pode contribuir de uma só vez o que pagaria em um ano, por exemplo. Porém, é possível fazer pagamentos trimestrais para quem recolhe sobre o salario mínimo. O pagamento deve ser feito nas seguintes datas:
• Janeiro, fevereiro e março: até 15 de abril 
• Abril, maio e junho: até 15 de julho 
• Julho, agosto e setembro: até 15 de outubro • Outubro, novembro e dezembro: até 15 de janeiro


Outros benefícios

Quem paga INSS tem direito não só de se aposentar, mas também de ter benefícios como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e salário-maternidade, afirma o advogado previdenciário Rômulo Saraiva. Porém, nesses casos, é preciso cumprir um período de carência, ou seja, um tempo mínimo de contribuições:

• Para aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: 12 contribuições
• Salário-maternidade: 10 contribuições 
• Pensão por morte: não há carência

Se o segurado deixar de contribuir por seis meses, ele perde o direito à cobertura previdenciária. Para voltar a ter o direito, ele precisará ter seis contribuições, no caso da aposentadoria por invalidez e auxílio-doença, e cinco contribuições, no caso do salário-maternidade, afirma a advogada e presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Adriane Bramante.

Quem nunca contribuiu
Se a dona de casa nunca contribuiu, uma opção de benefício é o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Ele é pago para idosos com 65 anos ou mais que comprovem baixa renda. Para ter direito, é preciso que a renda média por pessoa do grupo familiar seja menor do que um quarto do salário mínimo em vigor (R$ 238,50, em 2018). Se a dona de casa não se encaixa nas regras do BPC, ela só conseguirá se aposentar se tiver ao menos 15 anos de contribuição ao INSS.
Como pedir a aposentadoria??
Quem já completou as exigências para se aposentar pode fazer o pedido pelo site do INSS. A dona de casa terá que selecionar o tipo de aposentadoria em que se enquadra e agendar o atendimento na agência do INSS. No dia marcado, ela precisa levar um documento de identificação com foto, o CPF e a carteira de trabalho ou carnês de contribuição.
Site INSS.
Procure um Advogado/Advogada Previdenciarista. 
LEMBRE-SE: este post tem finalidade apenas informativa. Não substitui uma consulta a um profissional. Converse com seu advogado e veja detalhadamente tudo que é necessário para o seu caso especifico.

 



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